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A Era do Conhecimento chegou e ninguém fala. A sua dinâmica do conhecimento está a mudar constantemente a paisagem tecnológica da sociedade, mas parece não existir. Não provoca argumentos. Fala-se muito do poder financeiro, da distribuição de renda e pouco do conhecimento como agente da História.

Estamos sendo condicionados a ver uma outra História. Então, olhe uma foto de 50 anos atrás, compare com os dias atuais, e se pergunte: a mudança foi provocada pela economia ou pelo conhecimento? Algo está faltando. Considere os principais movimentos nos últimos 50 anos da História: Maio 68, Muro Berlim 89, Muro Financeiro 2008, Primavera Árabe 2011 e questione o quanto suas reivindicações se voltaram a questão da dinâmica do conhecimento.

Os movimentos sociais estão sempre achando que basta ir às ruas, se confrontar com a polícia, quebrar vidraças que a História estará sendo feita. Pura ilusão. Assim como podemos escrever centenas de trabalhos científicos sem tocar nos princípios da Natureza o mesmo acontece com essa senhora de longa biografia. A História não se deixa ser cortejada por qualquer um.

A época nos desafia a perceber mais profundamente sobre a dinâmica do conhecimento. Não é questão de holofotes, mas de encontrar seu significado. Neste sentido a melhor amiga da História é a dialética. Através dela percebemos as contradições e conflitos de cada época. Os séculos 19 e 20 nos trouxeram a dialética capital-trabalho. Através de suas polêmicas diversos avanços sociais foram conquistados: salários, férias,aposentadoria etc. Acontece que seu ciclo de atuação se esgotou.

A dialética é que gera a política. Se hoje estamos a procura de uma nova política deveríamos implementar uma nova dialética. Qual? Provavelmente algo relacionando a dinâmica do conhecimento. Esse é o desafio. A época nos chama mais profundamente do que simplesmente a tratar pelo tema da educação. Há mais coisas no ar. A chegada da dialética do conhecimento deve ser a portadora da ‘nova política’.

Nesta procura devemos partir. O de encontrar argumentos capazes de levantar a bandeira de dialética do conhecimento para a sociedade do século 21. Estabelecer o novo diálogo entre o homem e o conhecimento. A época nos chama. Precisamos de um novo diálogo entre iluminismo, capitalismo e religião. Esse é o desafio a nossa atual sociedade laica. Provocar um novo encontro entre a terra e o céu que povoam a mente humana através do conhecimento. Partimos à procura da dialética do conhecimento.

Consideramos três etapas a serem alcançadas a sua sistematização. Primeira, interpretar a História atual como a passagem do virtual para o natural. A seguir, integrar educação-ciência- inovação-vendas. Terceira, enfrentar a dicotomia capital-conhecimento.

Fazer História 21 não é quebrar vidraças. É colocar a dialética do conhecimento nas ruas. Essa é a missão do conhecimentista. Estabelecer esse novo diálogo.

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